Terramoto de 1755. 260 anos anos depois

Passam hoje 260 anos sobre o terramoto de 1755 em Portugal. Nessa tragédia emergiu um homem. Marquês de Pombal. Não tivesse havido a catástrofe e Sebastião José de Carvalho e Melo, não teria passado de mais um Secretário de Estado do Rei D. José I.

A tragédia levou-o a “arregaçar as mangas” e ir para o terreno saber o que era preciso fazer, segundo a história, “cuidar dos vivos e enterrar os mortos”.

Portugal com a tragédia da “Troika” também sobressaiu um homem, Pedro Passos Coelho, não tivesse havido “Troika” e nunca teria chegado a Primeiro-Ministro.

Vejamos as semelhanças e as diferenças entre estes dois homens (embora saiba que ao estar a fazer comparações entre eles, estou a tentar fazer o impossível), vejamos:

O Marquês de Pombal, com a tragédia mandou instalar fábricas de toda a espécie para evitar importações. Fez sair uma ordem para que todos os Funcionários Públicos, usassem fatos de serrobeco (ou surrobeco) um tecido pobre, mnas fabricado em Portugal, ele, Marquês de Pombal, deu o exemplo e passou a usar também esse fato.

O Marquês de Pombal, quando foi intimado pelo governo espanhol, através do seu Embaixador em Lisboa: “mandou dizer o seguinte: diga ao seu rei que nós em Portugal somos tão fortes que mesmo depois de mortos, são necessários quatro homens para o tirarem de casa”.

O Marquês de Pombal. Mandou expulsar os Jesuítas.

Pedro Passos Coelho, logo que chegou ao poder mandou vender tudo o que fosse lucrativo e que reforça-se a identidade nacional.

Pedro Passos Coelho, a única coisa que conseguiu mostrar foi o uso de um “pino” na lapela do casaco, que, provavelmente nem era construído em Portugal, e que no dia em que assinou a venda da TAP, nem sequer o estava a usar.

Pedro Passos Coelho, mandou emigrar os portugueses.

Poder-se-à dizer que Padro Passos Coelho não expulsou, apenas mandou emigrar, enquanto o Marquês de Pombal expulsou os Jesuítas, de facto assim foi. Mas veja-se a diferença temporal e veja-se se, de facto, aprendemos alguma coisa útil em 260 anos.

Nota: Algumas destas informações sobre o Marquês de Pombal foram escritas pelo Escritor Mário Domingues, na obra: O Marquês de Pombal, (1955).

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