Maria Manuel Cid, se fosse viva, faria hoje 94 anos de idade.

Maria Manuel Cid, uma Poetisa “chamusquense”, muito cantada por muitos dos grandes Artistas.

 

Maria Manuel CidMARIA MANUEL Frederico Seixas de Sousa CID Guimarães Neves e Castro, Poetisa, natural da Chamusca, nasceu a 29-02-1922 e faleceu a 08-06-1994. Era filha de Manuel José de Sousa Cid Carvão Guimarães e de Maria Adriana de Seixas

Apaixonada desde muito cedo pela escrita, cedo começou a esboçar as suas primeiras obras, apenas com doze anos de idade, Maria Manuel Cid ou D. Minela, como era conhecida, retratou como ninguém as vivências da Chamusca e das suas gentes, onde o toiro e o campo foram sempre fonte de inspiração para a sua vasta obra que nos deixou. Originária de uma família ligada aos toiros, seu bisavô foi proprietário de uma ganadaria, que após a morte deste, ficou à responsabilidade de seu avô e do seu tio Norberto.

Aficcionada ao toureio a cavalo e ao forcado, Maria Manuel Cid marcou presença constante nas praças de toiros, onde Mestre João Branco Núncio e Alberto Luís Lopes era figuras de cartaz e posteriormente, António Palha Ribeiro Teles, foi também um dos cavaleiros que muito apreciava.

Durante muitos anos foram muitos os artistas que com base em obras suas alcançaram êxito, nomeadamente Teresa Tarouca, Maria da Fé, Teresa Siqueira, Carlos Zel, Nuno da Câmara Pereira, João Braga, Rodrigo, Carlos Guedes de Amorim, António Melo Correia e António Moreira da Silva, foram alguns dos artistas que cantaram letras suas. Devido à sua grande personalidade e ao grande amor à Chamusca Maria Manuel Cid foi convidada pelo Grupo de Forcados Amadores da Chamusca para sua madrinha.

Figura emblemática de todo o Ribatejo, as suas obras literárias “O Meu Nome é Ninguém”; “Minha Terra, Minha Gente” e “Obras Completas de Maria Manuel Cid”, ficarão para sempre na memória de todos.

O seu nome faz parte da Toponímia de: Chamusca.

Fonte: “Poesias de Cá”, (de Maria Manuel Cid, de 21 de Maio de 2011)

Fonte: “Chamusca e Chamusquenses”, (de João José Samouco da Fonseca, MG – Editores, 2ª Edição, Outubro de 2001, Pág. 178, 179, 180 e 181)

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