A Escritora Maria Ondina Braga, deixou-nos há 13 anos

 

Maria Ondina Braga, mais conhecida como Escritora, foi, também, Jornalista, Professora, Tradutora e, até, Enfermeira.

Mais uma Escritora portuguesa que merece ser conhecida através das suas obras.

 

Maria Ondina BragaMARIA ONDINA Soares Fernandes BRAGA, Escritora, Professora e TRadutora, nasceu em Braga, a 13-01-1932, e faleceu em Braga, a 14-03-2003. Depois de concluir os estudos liceais na sua cidade natal, prosseguiu os seus estudos em França e na Inglaterra, trabalhando como Enfermeira

Regressa a Portugal em 1964, depois de ter sido Professora, sucessivamente, em Angola, Goa e Macau. Desenvolvendo também a actividade de Tradutora (traduziu, entre outros, Erskine Caldwell, Graham Greene, Bertrand Russel, Marcuse, Todorov), colaborou em várias publicações periódicas como Diário de Notícias, Diário Popular, A Capital, Panorama, Colóquio/Letras e Mulher

Escritora dotada de uma subtil arte narrativa, estreou-se com o livro de crónicas Eu Vim Para Ver a Terra, 1965. Com A China Fica ao Lado, 1969, recebeu o Prémio de Revelação, com Amor e Morte, 1970, o Prémio Ricardo Malheiros e com Os Rostos de Jano, 1973 uma menção honrosa da Secretaria de Educação e Cultura Brasileira.

Maria Ondina Braga recolhera-se, nos últimos anos, na sua terra natal (onde a Câmara Municipal a homenageou em 1990, e lhe atribuiu a Medalha de Ouro da cidade, em 1994).

Obras principais: O Meu Sentir, (poesia, 1949); Alma e Rimas, (poesia, 1952); Eu Vim para Ver a Terra, (crónicas de viagem, 1965); Estátua de Sal, (narrativas, 1969); A China Fica ao Lado, (contos, 1968); Amor e Morte, (contos, Prémio Ricardo Malheiros da Academia das Ciências de Lisboa, 1970); Os Rostos de Janos, (novelas, Menção Honrosa do Prémio AdelinoMagalhães da Secretaria de Estado de Educação e Cultura Brasileira, 1973); A Revolta das Palavras, (contos e crónicas, 1975); A Personagem, (romance, 1978); Mulheres Escritoras, (biografias, 1980); Estação Morta, (contos e novelas, 1980); O Homem da Ilha e Outros Contos, (contos e novelas, 1982); A Rosa de Jericó, (1982); A Casa Suspensa, (novela,1983); Angústia em Pequim, (crónicas, 1984); e Lua de Sangue, (novelas, 1986); Memórias e Mais Dizeres, (1988); Nocturno em Macau, (romance, 1991); Passagem do Cabo, (1994); A Filha do Juramento, (1995); Vidas Vencidas, (1998, Grande Prémio ITF 2000). O seu nome faz parte da Toponímia de: Braga; Moita (Freguesia de Alhos Vedros).

Fonte: “Dicionário Cronológico de Autores Portugueses”, (Vol. VI, Publicações Europa América, Organizado pelo Instituto Português do Livro e das Bibliotecas, Pág. 112 e 113)

Fonte: “Quem É Quem, Portugueses Célebres”, (Círculo de Leitores, Coordenação de Leonel de Oliveira, Edição de 2008, Pág. 100 e 101)

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