Luís de Sttau Monteiro e “A Angústia para o jantar”, mas, “Felizmente há Luar”

 

Luís de Sttau Monteiro, se fosse vivo, faria hoje 90 anos de idade.Jornalista e Escritor, autor de obras como Angústia para O jantar e Felizmente Há Luar, que foram encenadas e representadas no teatro.

 

Luís de Sttau Monteiro, Escritor, com um humor, por vezes, corrosivo, bem merece ser lido ou relido.

 


LUÍS Infante DE La Cerda STTAU MONTEIRO
, Escritor e Jornalista, natural de Lisboa, nasceu a 03-04-1926 e faleceu a 23-07-1993. Filho do Jurista e Diplomata Armindo Monteiro, quando jovem viveu alguns anos na Inglaterra, facto que terá tido alguma influência na sua formação estética e literária. Estudou na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde foi aluno de Marcello Caetano.

Exerceu a Advocacia durante dois anos, ingressando depois no Jornalismo, onde se distinguiu, colaborou, durante algum tempo com o Diário de Lisboa.

Era bem conhecido como opositor ao Estado Novo; mas a sua carreira não sofrei por isso. A seguir ao 25 de Abril de 1974, alinhou pelo Partido Comunista Português.

Estreou-se como o romance “Um Homem não Chora”, em 1960, a que se seguiu “Angústia para o Jantar”, em 1961, com que consagrou o seu nome. Dramaturgo, a sua melhor peça intitula-se “Felizmente Há Luar”, em 1961, outras peças: “Todos os Anos Pela Primavera”, em 1963, “O Barão”, em 1965, “Auto da Barca do Motor Fora de Bordo”, em 1966, “A Estátua”, em 1967, “A Guerra Santa”, em 1967, “As Mãos de Abraão Zacuto”, em 1968, “Sua Excelência”, em 1971, e “Crónica Aventurosa do Esperançoso Fagundes”, em 1979.

A sua obra é caracterizada pela amarga ironia com que escalpeliza as incongruências da sociedade portuguesa contemporânea.

Em 10-06-1994 Sttau Monteiro recebeu, a título póstumo, o Grau de Grande Oficial da Ordem de Santiago da Espada.

O seu nome faz parte da Toponímia de: Almada; Amadora; Cascais (Freguesia de São Domingos de Rana); Lisboa (Freguesia de Marvila); Loures (Freguesia de São Julião do Tojal); Matosinhos (Freguesia de Custóias); Odivelas (Freguesias de Olival Basto e Ramada); Oeiras (Freguesia de Carnaxide).

Fonte: “Dicionário do 25 de Abril”; (Verde Fauna, Rubra Flor, de John Andrade, Editora Nova Arrancada, Sociedade Editora, S.A.. 1ª Edição, Setembro de 2002, Pág. 396 e 397).

Fonte: “Quem É Quem, Portugueses Célebres”, (Círculo de Leitores, Coordenação de Leonel de Oliveira, Edição de 2008, Pág. 370).

Anúncios

No comments yet

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: