“PAIS e FILHOS (à moda antiga); isto é: Pais também engloba Mães, Filhos e Filhas, na Toponímia”.

 

 

José Domingos Barreiros e Acácio Barreiro, Pai e Filho na Toponímia de Lisboa.

 

 

Marvila 1346JOSÉ DOMINGOS BARREIROS, Comerciante, natural de Lisboa. Fundou uma empresa de vinhos, naquela zona, provavelmente a partir das décadas anteriores à de quarenta do Século XX.

Este arruamento já aparece assim mencionado no Guia das Ruas de Lisboa de 1941 da Tipografia Gonçalves, bem como na listagem de arruamentos da Lisboa efectuada por levantamento da Comissão Consultiva Municipal de Toponímia conforme se refere na acta da sua reunião de 22 de janeiro de 1945.

Este topónimo só poderá ter sido fixado na memória da cidade em ano posterior a 1896 já que foi nesse ano que José Domingos Barreiro fundou no Poço do Bispo a sua firma comercial de vinhos, por grosso e para exportação, e depois se tornou um conhecido armazenista de vinhos da zona oriental da cidade.

O negócio de vinhos foi continuado pelo seu filho Acácio Domingos Barreiro, que virá também a ser um dos primeiros Administradores do Banco Português do Atlântico e, que terá também direito a uma rua em Lisboa –a Rua Acácio Barreiro, também na Freguesia de Marvila-, oficializada em 23/04/1980, no arruamento vulgarmente designado por Rua Acácio Barreiros, situado entre a Rua do Açúcar e a zona na época sob a jurisdição do Porto de Lisboa.

Fonte: “Câmara Municipal de Lisboa – Toponímia de Lisboa”

 

Marvila 1345ACÁCIO Domingos BARREIRO, natural de Lisboa, nasceu a 10-06-1900 e faleceu a 30-11-1967. Era filho de Domingos José Barreiros. Licenciado em Direito e filho do conhecido armazenista de vinhos daquela zona oriental da cidade, José Domingos Barreiros, que continuou o negócio da família.

O arruamento vulgarmente designado por Rua Acácio Barreiros, entre a Rua do Açúcar e a zona da jurisdição do Porto de Lisboa, foi oficializado por Edital de 23/04/1980 como Rua Acácio Barreiro, com a legenda «1900 – 1967».

Foi também um dos primeiros Administradores do Banco Português do Atlântico e benemérito da zona já que em consequência da morte prematura do seu filho, José Bento Domingos Barreiro então um jovem de 24 anos, num violento acidente de viação, decidiu com a sua mulher e filha – Maria Antónia Barreiro – doar à Misericórdia de Lisboa, os edifícios que possuíam junto ao palácio da Mitra, no Poço do Bispo e aí nasceu o Centro de Saúde e Assistência Doutor José Domingos Barreiro.

Fonte: “Câmara Municipal de Lisboa – Toponímia de Lisboa”

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