“Os Centenários”

 

Tomás de Macedo, se fosse vivo, faria hoje 100 anos. Aqui ficam alguns traços biográficos.

 

tomas-de-macedoTOMÁS Saraiva DE MACEDO de Faria, Actor e Desportista, natural de Lisboa, nasceu a 11-01-1917 e faleceu a 03-03-1980. Praticande de diversas modalidades desportivas, em representação do Sporting Clube de Portugal, nomeadamente Basquetebol, Andebol e Atletismo, onde atingiu a internacionalização.

Quando se estreia, no Teatro profissional, Tomás de Macedo já tinha consigo uma longa carreira cinematográfica começada, em 1938, com A Rosa do Adro, seguida de A Morgadinha dos Canaviais, Bola ao Centro, A Volta do Zé do Telhado, Comissário da Polícia, Frei Luís de Sousa e Fidalgos da Casa Mourisca, experiência semelhante à sua colega do Teatro Moderno de Lisboa, Carmen Dolores.

Fez importantes papéis na Empresa Vasco Morgado, entre eles o protagonista masculino de A Rainha do Ferro Velho. Colaborou, com muito êxito, na Rádio e nas Noites de Teatro da RTP.

Tomás de Macedo fez parte, desde o início, do Teatro Moderno de Lisboa em que ficou célebre o seu Lennie de Ratos e Homens de John Steinbeck, um grande sonho do Actor que finalmente se concretizou.

Tomás de Macedo, participou, entre outros, nos seguintes filmes e séries: Rosa do Adro (1938, de Chianca de Garcia); Os Fidalgos da Casa Mourisca (1938, de Artur Duarte); Capas Negras: Coimbra (1947, de Armando Miranda); Bola ao Centro (1947, de João Moreira); A Morgadinha dos Canaviais (1949, de Caetano Bonucci e Amadeu Ferrari); Frei Luís de Sousa (1950, de António Lopes Ribeiro); O Comissário de Polícia (1953, de Constantino Esteves); Cavalgada para o Mar (1957, de Artur Ramos); Casa de Pais (1959, de Herlander Peyroteo); Tanto Barulho por Nada (1960, de Bessa de Carvalho); Suave Milagre (1961, de Ruy Ferrão); O Capote (1961, de Herlander Peyroteo); Xeque-Mate (1963, de Pedro Martins); Um Homem Chamado Felizardo (1963, Série de TV); O Pecado Mora ao Lado (1965, de António Pedro); Sete Balas para Selma (1967, de António de Macedo); A Rainha do Ferro Velho (1969).

Fonte: “Teatro Moderno de Lisboa (1961-1965) Um Marco na História do Teatro Português, de Tito Lívio, com a colaboração de Carmen Dolores, Editorial Caminho, 2009, pp. 138 e 139”.

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