No dia em que Badaró, faria 84 anos de idade, deixo aqui esta pequena homenagem, ao Humorista que tanto nos fez rir.

 

bADARÓManlio Hedair BADARÓ, Actor, Humorista e Autor, nasceu em S. Paulo, (Brasil), a 23-04-1933, e faleceu no Instituto Português de Oncologia, em Lisboa, a 01-11-2008. Tendo iniciado a sua vida artística na Rádio de S. Paulo. Devido ao êxito obtido foi chamado para o teatro, tendo pisado a ribalta, pela primeira vez, no ano de 1954, no Teatro das bandeiras, no Rio de Janeiro.

No seu País fez teatro de revista em quase todas as salas importantes das principais cidades. Foi artista da TV Rio, Televisão Record e TV Tupi. Interpretou diversos filmes brasileiros, sobressaíndo o seu trabalho em “Simão, o Caolho”; “Colégio de Brotos”, ao lado Óscarito e “A Baronesa Transviada”.

Foi com a revista “Fogo no Pandeiro” que Badaró apareceu ao público português, e desde então radicou-se em Lisboa, tendo trabalhado em diversas revistas.

Badaró, fixou residência no País e acabou por se naturalizar português, tendo trabalhado em Teatro, Rádio e Televisão.

Fez sucesso na Rádio Clube Português, com o seu programa “Jornaleco” e ele explicava: “Um jornal que ninguém lê, mas todos ouvem”. Ficou conhecida a célebre expressão “Toma e embrulha” que ele usava nesse programa. Na televisão ficou famoso pelas personagens como o “Chinezinho Limpopó” e ainda pela célebre expressão “Ó Abreu, dá cá o meu”. Como Autor e Actor, fez “Badarascope”; “Badaró 9/2”; “É Fogo Novo”; escreveu e interpretou a revista “Adão e Elas”, com que reabriu o Teatro ABC. Fez diveras “tournéss” a Guiné, Angola, Moçambique, Açores e Madeira.

Fez vários programas na rádio, tais como “Sob a luz dos Projectores” e “O Cantinho do Magriço”.

Badaró estava a preparar uma festa para comemorar os 50 anos de carreira. “Quero fazer um espectáculo que reúne todos os meus amigos, no Parque Mayer ou no Maria Vitória”.

Badaró faleceu, vitima de doença prolongada, na madrugada de 30 de Outubro para 01 de Novembro. O corpo segue depois para a Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa. Deste modo cumpre-se o desejo do Artista de que, após a sua morte, o seu corpo fosse entregue à Ciência.

Fonte: “Jornal Expresso”

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