O Violinista Vasco Barbosa, se fosse vivo, faria hoje 87 anos de idade.

 

Vasco BarbosaVASCO Luís Coimbra BARBOSA, Músico, natural de Lisboa, nasceu a 24-07-1930 e faleceu a 20-02-2016. Violinista, era filho e discípulo do também Violinista Luís Barbosa e da Pianista Ema Coimbra Barbosa, irmão da Pianista Grazie Barbosa (27-11-1922), com a qual tem feito digressões artísticas. Iniciou a aprendizagem de Violino com seu pai aos cinco anos de idade.

Com o apoio de uma bolsa de estudo do Instituto para a Alta Cultura, partiu para a Suíça em 1947, onde estudou com o virtuoso alemão Georg Kulenkampff. Seguiu-se Paris, onde se aperfeiçoou sob a alçada do violinista e compositor romeno George Enescu, e Nova Iorque (com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian), onde trabalhou com o reputado pedagogo arménio Ivan Galamian.

Actuou em público pela primeira vez aos 7 anos de idade e aos 16 anos partiu para o estrangeiro, tendo-se aperfeiçoado na Suíça, em França, na Itália e nos EUA. Tendo dado recitais por todo o país, no antido Ultramar português, no Norte de África, em Espanha, França e Suíça. Foi solista da Orquestra Sinfónica Nacional.

Foi, durante décadas, concertino da Orquestra da Emissora Nacional e da Orquestra do Teatro de São Carlos, acabando por ser consagrado “concertino honorário” da presente Orquestra Sinfónica Portuguesa. No âmbito da música de câmara, destacam-se o duo com sua irmã Grazi Barbosa ou o Quarteto Atalaia (por ele fundado).

Em 1950 regressou a Portugal, tendo terminado o Curso de Violino do Conservatório Nacional enquanto aluno externo.

Em 1957 recebeu uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para estudar Violino em Nova Iorque com Yvan Galamian e Música de Câmara com J. Gingold e para frequentat os Cursod e Verão da Academia Chigiana em Siena.

Ingressou na Orquestra Sinfónica da Emissora Nacional (1959) (desde 1976 Orquestra Sinfónica da RDP) en quanto solista e concertino, lugar que manteve até final da década de 1970, altura em que assumiu os cargos de concertino e solista na Orquestra do teatro Nacional de São Carlos (TNSC).

Entre 1960 e 1965 integrou o corpo docente da Academia de Música de Santa Cecília. Quando a Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos foi extinta, ingressou na Orquestra Sinfónica Portuguesa (1993).

Tocou a solo acompanhado por Orquestras portuguesas e estrangeiras sob a direcção de Pedro de Freitas Branco, Frederico de Freitas, Fernajdo Cabral, Álvaro Cassuto, Silva Pereira, Zubin Mehta, Bernard Haitink, Fritz Rieger, entre outros.

Actuou em público pela primeira vez aos 7 anos de idade e aos 16 anos partiu para o estrangeiro, tendo-se aperfeiçoado na Suíça, em França, na Itália e nos EUA. Tendo dado recitais por todo o país, no antigo Ultramar português, no Norte de África, em Espanha, França e Suíça. Foi solista da Orquestra Sinfónica Nacional.

Entre outros galardões, recebeu o Prémio Imprensa 62 e o 1º Prémio Nacional de Música Guilhermina Suggia, Óscar da Imprensa em 1964; Prémio Moreira de Sá, Melhor Instrumentista Casa da Imprensa, 1972, e Prémio Almada 2000.

Fonte: “Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX” (Direcção de Salwa Castelo-Branco, 1º Volume, A-C, Temas e Debates, Círculo de Leitores, 1ª Edição, Janeiro de 2010, Pág. 124)

Fonte: “Quem É Quem, Portugueses Célebres”, (Círculo de Leitores, Coordenação de Leonel de Oliveira, Edição de 2008, Pág. 76 e 77).

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